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A vocação cristã leiga - 4º Domingo de Agosto

 

 

Neste 4º domingo do mês vocacional, que se realiza em todo o Brasil, celebramos a vocação dos cristãos leigos na Igreja e na sociedade. São homens e mulheres da Igreja no coração do mundo, homens e mulheres do mundo no coração da Igreja.

O saudoso Papa João Paulo II, em sua exortação apostólica “vocação e missão dos leigos na Igreja e no mundo”, diz que “as novas situações, tanto eclesiais como sociais, econômicas, políticas e culturais, reclamam, hoje, com uma força toda particular, a ação dos fiéis leigos.
 

Por isso, é necessário que os leigos assumam com ardor a sua missão evangelizadora, a fim de humanizar e transformar as estruturas e as relações pela vivência e pelo testemunho do Evangelho em seus ambientes de convivência.
 
 
O documento da Conferência de Santo Domingo, de 1992, já destaca o protagonismo dos leigos na nova evangelização, na promoção humana e na cultura cristã. Mas para que isto aconteça, a Igreja sente cada vez mais a necessidade de incentivar uma formação integral, gradual e permanente dos leigos.O momento presente reclama a presença de um número maior de cristãos leigos, adequadamente preparados, para responder aos desafios da sociedade e do momento atual. Neste sentido, são intensificados os cursos de formação, também em nossa Prelazia.

 
O Documento da Conferência de Aparecida, em 2007, retoma e reafirma as posições do Concílio Vaticano II de que os cristãos leigos são membros efetivos do Povo de Deus e são Igreja. 

 
Duas são as dimensões da vocação leiga. 
 
Primeiramente, os cristãos leigos são chamados a exercerem diversas ações na comunidade eclesial e em diferentes formas de apostolado.
 
Devem dar seu testemunho de vida e assumir diversos ministérios e serviços na evangelização, na catequese, na animação de comunidades, na liturgia, dentre outros.
 
A outra dimensão é a de atuar no mundo com a tarefa de ser fermento, sal e luz, seja pelo testemunho, seja pela ação transformadora na construção da sociedade justa e solidária, conforme os critérios evangélicos. Essa missão específica deve ser vivenciada pelos cristãos leigos na política, na realidade social, na economia, nos meios de comunicação, nos sindicatos, no mundo do trabalho, na cultura, na família e em tantas outras realidades.
 
Ao celebrar o Dia dos Cristãos Leigos queremos expressar nossa mais profunda gratidão, por tantos homens e mulheres que, vivendo sua fé, testemunham seu amor a Cristo e à Igreja, na dedicação de seu tempo a serviço dos demais irmãos.

 
Deus abençoe tantas iniciativas de transformação social e presença evangelizadora nas comunidades, paróquias, Prelazia e na sociedade.

Postado em: 23-08-2014 - 22:55:17




21º Domingo do Tempo Comum - 24 de agosto de 2014

 

AS CONSEQUÊNCIAS DA PROFISSÃO DE FÉ

 

(Mt 16,13-20)

 

 

 

Este relato do evangelho de Mateus é um marco muito importante, pois mostra dois modos de compreender a pessoa de Jesus: um modo confuso (messianismo = milagreiro, resposta para todos os problemas); e uma confissão clara: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo” (messianidadade de Jesus). Pedro, representando todos os discípulos, estabelece, com sua resposta, uma nova fase no seguimento de Jesus. Com isso Jesus afasta a concepção messiânica que habitava o coração dos fariseus, saduceus e mesmo dos discípulos. Demonstra que sua messianiadade se manifesta no sofrimento da cruz, passagem obrigatória para a glória da ressurreição (cf. Mt 16,21-28).

 

A confissão de Pedro brotou da pergunta de Jesus a respeito da compreensão que tinham de sua própria identidade: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro, não pela própria força, mas por inspiração do Alto, faz a profissão de fé: “Tu és o Filho do Deus vivo”. A fé é dom do Pai que deve ser cultivado pelo crente.

 

Esse episódio de Pedro precisa continuar ressoando dentro de nós. Que significado tem para nós confessarmos que Jesus é o Filho de Deus? Que lugar ele ocupa em nossa vida, em nossas decisões, em nossas escolhas?

 

Somos pessoas apaixonadas por Jesus mesmo no meio de indiferenças, injustiças, maldades? Continuamos fiéis a ele também quando a vida sorri para nós? As pessoas com as quais convivemos, trabalhamos podem perceber, notar, ver que realmente acreditamos nele? Nossas atitudes estão no caminho da coerência de vida, na simplicidade, na humildade, no gesto de misericórdia?

 

Fazemos o caminho de discipulado buscando a conversão do coração? Procuramos olhar a vida como Jesus a olhava? Conseguimos enxergar nos excluídos, nos pobres, nos doentes, nas crianças, nos idosos a imagem dele?

 

“Seguimos a Jesus colaborando com ele no projeto humanizador do Pai, ou seguimos pensando que o mais importante do cristianismo é preocupar-nos exclusivamente com nossa salvação? Estamos convencidos de que o modo de seguir a Jesus é viver cada dia fazendo a vida mais humana e mais esperançosa para todos?

 

Vivemos o domingo cristão celebrando a ressurreição de Jesus, ou organizamos nosso fim de semana vazio de sentido cristão? Aprendemos a encontrar a Jesus no silêncio do coração, ou sentimos que nossa fé vai-se apagando, afogada pelo ruído e vazio que há dentro de nós?

 

Cremos em Jesus ressuscitado que caminha conosco cheio de vida? Vivemos acolhendo em nossas comunidades a paz que deixou como herança aos seus seguidores? Cremos que Jesus nos ama com um amor que nunca acabará? Cremos em sua força renovadora? Sabemos ser testemunhas do mistério de esperança que levamos dentro de nós?” (Pe. José Antônio Pagola).

 

* * *

 

A profissão de fé de Pedro é a base da comunidade cristã: “Tu és o Cristo, o filho de Deus vivo”. É nessa fé que a Igreja se firma e caminha. É o Espírito que sustenta a caminhada da Igreja. Ela não se instituiu sobre “carne e sangue”, mas no Amor gratuito do Pai revelado na entrega livre do Filho pela salvação da humanidade (cf. Jo 10,18).

 

As “chaves do Reino” que são confiadas a Pedro devem sempre abrir as cadeias e algemas daqueles que estão dominados pelo mal. Quanta gente presa nas amarras da mentira, da ambição, da corrupção, do ódio, do medo, do preconceito, da enganação! Nosso mundo precisa, cada vez mais, das “chaves do Reino” para que haja mais partilha, mais sentido de vida, mais perdão, mais fraternidade e compreensão.

 

Pedro foi encarcerado por causa da fé! Levou às últimas consequências sua profissão de fé: “Tu és o Cristo”. Paulo também foi preso, ameaçado e perseguido pelos de dentro e pelos de fora. Mas levou até o fim sua missão: “Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé… O Senhor me assistiu e me revestiu de forças, a fim de que por mim a mensagem fosse plenamente proclamada e ouvida por todas as nações” (2Tm 4,6-7.17).

 

Podemos nos perguntar até que ponto damos conta de sustentar nossa fidelidade ao Evangelho, levando às últimas consequências nosso batismo? O que é mesmo que nos faz desanimar, abandonar a missão, a comunidade? O “conteúdo” de nossa vida é Jesus Cristo? Ou são as vaidades e posses da sociedade capitalista e consumista? O que preciso deixar e o que preciso abraçar com mais vigor para ser verdadeiro discípulo de Jesus?

 

Pe. Aureliano de Moura Lima, SDN

MANHUMIRIM, MG

Postado em: 23-08-2014 - 22:45:30




Oração à São Bernardo de Claraval

Ó Deus, que fizestes do abade São Bernardo, inflamado de zelo por vossa

casa, uma luz que brilha e ilumina a Igreja, dai-nos, por sua intercessão, o

mesmo fervor para caminharmos sempre como filhos da luz.

Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Amém!

 

Prece da confiança em Maria

Lembrai-vos, ó puríssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que

alguém que tenha recorrido à vossa proteção, implorado vossa assistência

ou reclamado vosso socorro, tenha sido por vós desamparado. Animado

com a mesma confiança, à vós, ó Virgem, entre todas singular, recorro

a vossos pés. Não desprezeis as nossas súplicas, ó Mãe de Deus humanado,

mas, dignai-vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que vos rogo.

Amém!  (São Bernardo de Claraval)

 

OBRIGADO POR REZAREM CONOSCO NA FESTA DE NOSSO PADROEIRO

SÃO BERNARDO!

 

                 Paróquia São Bernardo, rua Cecília Pinto, 95, São Bernardo, BH

                 telefone: 34946035 – WWW.paroquiasaobernardobh.com.br

                 facebook: Amigos da Paróquia São Bernardo

Postado em: 20-08-2014 - 15:25:15






Agosto, mês das vocações

 

 

 

 

 

 

Para alguns, agosto é um mês de que se cuidar, pois ele seria nefasto... Mas para os participantes assíduos da comunidade católica, agosto, além de ser um mês abençoado como todos os demais, é desde 1981 o mês vocacional. 

 


Por que tamanha importância dada ao tema vocação? Porque a vocação é o início de tudo. Quando ouvimos ou usamos a palavra vocação, logo a entendemos num sentido bastante vago e geral, como sendo uma inclinação, um talento, uma qualidade que determina uma pessoa para uma determinada profissão, por exemplo, vocação de pedreiro, de mãe, de médico. 

 


E nessa compreensão também a vocação de sacerdote, de esposos, de leigos cristãos. Essa compreensão, porém, não ajuda muito no bom entendimento do que seja vocação quando nós, na Igreja, usamos essa palavra.

 


Vocação, em sentido mais preciso, é um chamamento, uma convocação vinda direta-mente sobre mim, endereçada à minha pessoa, a partir da pessoa de Jesus Cristo, convocando-me a uma ligação toda própria e única com Ele, a segui-lo, (cf. Mc 2,14). Vocação, portanto, significa que anterior a nós há um chamado, uma escolha pessoal que vem de Jesus Cristo, a quem seguimos com total empenho, como afirma São Paulo na Carta aos Romanos: "Eu, Paulo, servo de Jesus Cristo, apóstolo por vocação, escolhido para o Evangelho de Deus." (Rom 1, 1)

 


Vocação é chamado e resposta. É uma semente divina ligada a um sim humano. Nem a percepção do chamado, nem a resposta a ele são tão fáceis e tão "naturais". Exigem afinação ao divino e elaboração de si mesmo, sem as quais não há vocação verdadeira e real.

 


Essa escolha pessoal, de amor, é concretizada de uma forma bem objetiva no Sacramento do Batismo, que por isso se torna fundamento e fonte de todas as vocações. É neste chão fértil, carregado de húmus divino, regado pelo sangue de Jesus, que brotam as vocações específicas, aquelas que cabem diferentemente a cada um. Algumas delas são mais usuais e comuns, como a de casal cristão, de leigo cristão, de catequista, de animador da caridade na comunidade. 

 


Outras são definidas pela Igreja como vocações de "singular consagração a Deus", por serem menos usuais, mas igualmente exigentes e mais radicais no processo de seguimento de Jesus: são as vocações de sacerdote, de diácono, de religioso, de religiosa.

 


As vocações mais usuais são cultivadas em nossas comunidades eclesiais. As de "singular consagração a Deus" são cultivadas em comunidades eclesiais especiais, como nossos seminários.

 


O mês vocacional quer nos chamar à reflexão para a importância da nossa vocação, descobrindo nosso papel e nosso compromisso com a Igreja e a sociedade. Reflexão que deve nos levar à ação, vivenciando no dia-a-dia o chamado que o Pai nos faz. Que a celebração do mês vocacional nos traga as bênçãos do Pai para vivermos a nossa vocação sacerdotal, diaconal, religiosa ou leiga. Todas elas são importantes e indispensáveis. Todas elas levam à perfeição da caridade, que é a essência da vocação universal à santidade.

 


E no domingo de agosto, quando refletimos sobre a vocação leiga, somos convidados a homenagear nossos catequistas, aquelas pessoas que, num testemunho de fé e generosidade, dedicam-se ao sublime ministério de transmitir as verdades divinas a nossas crianças, adolescentes e jovens.

 

 

 

Dom Fernando Mason 
Bispo Diocesano de Piracicaba

 

 

 

Postado em: 31-07-2014 - 23:35:59




 

 

 

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